Retro da TV

 

RELATOS DE UM "BLOGUEIRO", RETROSPECTIVA BEM-HUMORADA DA TV...


FICÇÃO INFANTIL

Antes da noção de erotismo ou pornografia haviam teatros peregrinos. Alguns ainda sobrevivem:
Grande circo de Moscou de Vladimir Wostok;
Beto Carrero World;
Circo de "Soleid" de Nova York.

Ingressos do Circo de Moscou eram colecionados por Filatelia de selos. Depois da queda do Laboratório orbital "Sky Lab", o circo desapareceu dos noticiários. Uma Estação Orbital tripulada MIR continuou a "Corrida Espacial" sem o circo de Moscou da Antiga União Soviética.

O cinema nacional entrou em crise na proibição de pedofilia e censura à nudez em público. Haviam babás de "baixinhos" indicando pedofilia sem sexo explícito, algo estranho privado de clubes de banho de piscina ...

Entre teatros de fantoche, o destaque internacional era "Mupple Show". Os animais de estimação homenageados na época era a pantogamia do "Scobby Doo,Velma e Salsicha", algum tempo depois do gato "Garfield". O "Gato de Botas" de "Shrkec" ressuscitou dos LP direto para os DVD. Salsicha era de família de militares escondendo o alienígena "Scobby Doo" falante. "Garfield" surge de psicose, neurose e paranóida de "Pet Shop", um melhoramento de clínicas veterinárias urbanas. A tradição de "Garfield" é sem pronúncia de palavras, do "parlamentarismo da cadeia alimentar".

Os trapalhões eram dominicais diurnos, sem censura. A representação do cacique Juruna, falecido, no Congresso Nacional era paródias frequentes dos trapalhões. Haviam estilos de humor rural de cowboy, indígena naturalista e urbanista de automóveis.

A música caipira ocorria entre ruralistas e indígenas. O sertanejo agrupava músicas da peucária de melhoria de gado, de apologia a Lutero e Igreja Messiânica da Cidade de Canudos reapossada pelas forças federais na época do império. A Música Popular Brasileira-MPB é direcionada ao público urbano, das melhorias de vacinas dos postos de saúde e crítica da "AIDS-Aumento do Infanticídio Destruidor da Saúde". O símbolo da AIDS na época eram manicômios com eletrochoque e "agrotóxicos" alucinógenos contra bruxaria. Manicômio era carreira de moribundo em tutela de asilos.

Os trapalhões "Didi Aragão", "Dedé Santana", "Zacarias" e "Muçum" eram do circo "Beto Carrero World". O ator Zacarias imitava "portugueses", em exageros do estilo gaúcho, de rosto redondo ao estilo "Mandarim". O ator Didi é tenente da reserva das forças armadas. A camuflagem de "idiota" das Forças Armadas era estereótipo da Aristocracia Caftina Rural, simbolizando rufiões ou "babá eunuco".

O ator de "Muçum", falecido, era estereótipo do "João sem Terra". Eram cidadãos de primeira viagem analfabetos, sem noção do dialeto ou idioma nacional. Em revolta ao analfabetismo havia o ídolo de "Machado de Assis", um deserdado príncipe do Egito, reporter criminalístico de denúncia de Clube Machistas de Cafetões.

O sobrenome Santana volta até nós com terror, tipo desaparecidos de New York mutilados em beco identificados com sobrenome "Santana" ou Técnico da Seleção de Futebol "Telê Santana" sobrevive em lobotomia após aneurisma e termina em óbito décadas depois.

Na sequência dos Trapalhões, inauguraram o "Sítio do Pica-Pau Amarelho", de José Roberto Monteiro Lobato, vulgo "Zé Bento". A atriz narizinho da época do filme "Lagoa Azul", interrompeu a carreira numa "gravidez na adolescência". Outros atores e atrizes continuaram a novela infantil. A Emília era uma atriz que confundia "Babá de Baixinhos". Hoje as atrizes selecionadas para Emília lembram pedofilia, brinquedos de "iniciação sexual". Em retóricas das novelas infantis havia "Aquarela", de noção de família ou "trabalho em equipe".

Alguns teatros fantasia já em minha adolescência destacaram com drama. O Clube do Balão Mágico com o pelúcia Fofão havia uma criança "Simoni". A carreira de Simoni desapareceu com notícias de casamento de gravidez com presidiário.

Da época do Balão Mágico havia a dupla de palhaços "Bozo" e "Vovó Mafalda". Da apresentação da dupla ocorreu a estréia do desenho "Pica-Pau", algo sadomasoquista infantil.

O Clube da Xuxa é uma reciclagem da filtragem do cinema nacional proibido de pedofilia. A apresentadora teria sido namorada de Ayrton Senna, seguida de Adriane Galisteu. A apresentadora "Xuxa" vez anunciou o slogan: "Para um grande ídolo 'morrer' era necessário outro grande 'ídolo'." Ayrton Senna faleceu alguns aniversários depois deste slogan, em 1994.

Uma reprise de teatro de fantoches ocorre em "TV Colosso". A aprensetadora de pelúcia Priscila era outro tipo de "iniciação sexual" de pantogamia com animais de estimação. Haviam letras de músicas com slogan: "Troque seu cachorro por uma criança pobre."

Outro clube infantil foi "Bom Dia & Cia", apresentado pela Eliana. A atriz Eliana na véspera de seu casamento fez um filme de tribo de pantogamia com golfinhos. A noção de cartão vermelho de mutação do útero pelo contado com o golfinho sequer foi lembrado no "divórcio" simultâneo do padrão de famosos e celebridades do teatro nacional.

O clube infantil, concessão SBT, continuou apresentado por "Jackeline", talvez parente do palhaço "Bozo". Em cartoon também de pantogamia com peixes, "Apeixonada", foi substituída por um casal de crianças. O casal de crianças lembra a família monarca do Japão, no menino "Yudi", dos esportes radicais de skate ou mesmo de "hacker" de internet, vezes algo de trânsito na favela da rocinha do Rio de Janeiro, isto é, "Pixote".

Em paródia às forças armadas, cartoons de "corrida maluca" gerou a noção de "jeitinho brasileiro". Uma miscigenação de culturas na competição da "chegada final". Deste "jeitinho brasileiro" ocorreu o hábito de finalidade e missão ser a expressão: "Chegar a quê?".

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FICÇÃO ADULTA

A abertura das comédias seria "Jerry Lewis". Seu colega de trabalho no estilo "Cowboy" já faleceu, terminando a carreira da dupla. O destaque internacional é da "Família Adams". Um castelo sobre rodas com motor movido a Dragão. Entre economistas há o paradigma clássico "Adam Smith", da política agnóstica ser administrada por uma "mão invisível". Em plágio deste seria em cartoon ocorreu o teatro "Castelo Rá-Tim-Bum", com uma administradora "barroca" de bruxarias de celulite mórbida, "Morgana", do cinturão espartilho redutor de barriga. O slogan da Morgana é simples: "O fundo das gorduras é mais embaixo, antes da celulite mórbida", noção mineira de gordura ser algo esgotado, de estação de tratamento de esgoto.

Asterix era alternativa de inocência com brutalidade. As intenções de estripamento para ficção adulta evoluíram em "Debi & Lóide", desenhos da MTV "Fudêncio", algo de "código terroristas", rituais Kamikase, suicídio etc. Tudo sem mensionar quadrilhas organizadas ou esquadrões de emboscada para extermínio. Acidentes da ignorância conflitua direito particular ou coletivo. A indústria consumista de supérfluos originando novas doenças sociais.

Alertas aos totalitaristas ignorantes para evitar a discriminação de um só culto ou uma só raça. O filme do detetive "Ace Ventura" ridiculariza a democracia criando um totalitarismo da biodiversidade biológica, ignorando culto e raça dos seres humanos, maior espécie predadora da cadeia alimentar.

Em crise, o cinema nacional proibido de pedofilia estende o teatro para homossexualismo. A dupla dinâmica Batman e Robin são parodiados novelas noturnas "Viva o Gordo". O teatro japones de homens figurando mulheres reduziu o destaque internacional. O ator apresentador de Viva o Gordo é "José Soares", obeso mórbido até vez comentou sonhar ter um "Jeca Tatu" introvertido noutra apresentação de "Jô Soares Onze e Meia", muitas vezes agendado nas madrugadas depois da meia noite.

Em seleçõs de comédia de "A Praça é Nossa", houve aparições de "Sérgio Malandro". O personagem era argumento da "favela da rocinha" de corrupção das forças armadas. Havia um humor negro sadomasoquista messiânico de clube machista. O estilo cafajeste ou canalha ou escravista tinha conduta de estuprador charlatão e até pedófilo, com slogan: "A oportunidade faz o ladrão." Alguns jogadores de futebol, "Zico", aproveitaram a onda, ocorrendo a psicologia de Gérson: "Levar vantagem em tudo!". O critério de tutela no cemitério causou filmes de infanticídio "Sexta Feira Treze". Os egípcios eram elogiados pelas estabilizantes das múmias. Os Iranianos eram semelhantes às raízes indígenas do Islamismo Xantista de lendas do "Saci Pererê", "Caipora", "Mula-sem-cabeça" etc.

De mesma época ocorreu o "Chico Anísio Show", causando fama para filantropias Kardecistas da reencarnação. Um apresentador apenas vestia fantasia de vários personagens. Da mesclagem da "A Praça é Nossa!" e "Chico Anísio Show" surgem personagem do islamismo xantista, do cafetões maliciosos para extorsão e corrupção de donzelas de condomínio familiar fechado. O panlogismo de família de tratamento em grupo contra a AIDS e prevenção de DST foi redundado a brutalidade e exclusão social pela comédia, algo ambiguo de castas de Minotauros com cirurgia plástica facial.

Em atenuação de brutalidade, lançaram a "Escolinha do Dr. Raimundo" e outras. Uma seleção de comediantes para horário nobre semanal. Em expansão desta seleção infantil, fizeram "Chavez", um cortiço à moda da favela da rocinha de condomínio de arquitetura de cortiço. Em centralização e racionalização da seleção infantil ocasionou "Professor Tibúrcio", do slogan: "Porque sim, porque não, ambos não são resposta.", hoje o ator faz o "Blog do Tas".

No ritmo de exclusão do racionalismo outros grupos surgiram: "Baú da Felicidade" de Sílvio Santos, "Show do Raul Gil", "Caceta & Planeta", "Show do Tom", todos sem apresentação jornalística de fatos reais ou debate político recente, num excesso de anonimato ou ambiguidade. Em plágios entre grupos, o apresentador Sílvio Santos proibiu outros grupo devido ao excesso de realismo causando falsidade ideológica.

"Show de Calouros" com banca examinadora de Silvio Santos, em concorrência com o abacaxi do "Show do Chacrinha" foi melhorado no confronto de paródias jornalísticas e plágio simultâneo na MTV, na apresentação de "Marcos Mion". Clipes de música eram comparados em coreografia caricaturada do apresentador "Mion". (Alerta: "Marcos Mion" difere do famoso contador "Carlos Marion" da Escola Americana).

O cinismo contra noções de moral e ética totalitarista ocorre nos filmes do Inspetor "Pantera Cor de Rosa"(Peter Seller, diferente de Tim Carry). Outro filme raro é "Os Irmãos Cara de Pau" ("The Blues Brothers") que escapam da prisão para fazer um show beneficiente aos pobres. A polícia no bloqueio do Show indicam uma destruição impopular de Shoppings e galerias.

A brutalidade de fisioculturismo é destaque de "Arnold Schwarzenegger". Os enredos de elenco dos filmes incluem polêmicas de clonagem, intrusão de sociedades secretas manipulando a audiência do público, um slogan antigo: "Pão & Circo". Os enredos sugere sazonalidade dos de governos de "aparência", de um rebanho consumado apenas para a "Aristocracia Caftina Rural". Até no filme "Irmãos Gêmeos"(Twins) há a brutalidade de uma super raça originada de varejo em bebê de proveta.

Os elencos de "Keanu Reeves" envolve denúncia de tecnologias escondidas para continuar a população sobre sofrimento e angústia. Sem fisioculturismo, os enredos incluem miscigenação e abertura política parlamentarista. As lideranças concentradoras de abuso do poder resultam em desastres artificiais de laboratórios desumanos. O último filme famoso é "Matrix"

FOTOS: Arquivo Cultura Visual
FONTE: http://joseseno.spaces.live.com/blog